Pedir uma medição
Seis perguntas em linguagem simples. Enquanto escreve, a página calcula aqui mesmo quanto uma resolução teria de custar ao atacante para o ataque deixar de compensar — e, se os números forem pequenos, diz-lhe que não vale a pena contratar-me.
Esta página não envia nada. Não tem para onde: como tudo o resto neste sítio, não fala com a rede. Escreve o resumo e abre o seu correio com ele já dentro, para que veja o que envia antes de enviar. É também por isso que pode escrever aqui o valor de um sucesso no seu negócio sem que esse número saia da sua máquina.
Não é o que lhe custa a si. É o que o atacante ganha de cada vez que passa: a conta revendida, o cupão resgatado, o bilhete revendido, o preço do concorrente copiado. Se não souber, estime por baixo — errar contra nós é a regra da casa.
A percentagem de bloqueio conta o que travou. Não diz nada sobre o que passou nem sobre o que custou passar — e é essa a diferença que a medição existe para fechar.
Sem isto, o pedido chega sem ninguém a quem responder.
A leitura provisória
Isto é aritmética, não é medição, e a diferença é o trabalho todo.
Daí sai, sem mais nada, que atacar só deixa de compensar quando uma resolução custa ao atacante pelo menos o que um sucesso lhe vale.
O número que falta é o único que interessa e o único que não se adivinha: quanto custa hoje, no mercado, comprar uma resolução contra a defesa que tem. Esse mede-se, com procedência e com data de cotação — e é isso que se está a pedir aqui. Escrevê-lo agora, de cabeça, seria vender o resultado antes de o ter.
O resumo, escrito
Se o seu correio não abrir — acontece em muitos telemóveis e em webmail — copie o resumo e cole-o num email para quintas@intruso.org.
O que recebe, e o que não recebe
Recebe um relatório com o M do seu mecanismo, o intervalo de confiança à volta dele, a cotação de mercado que foi usada com fonte e data, e o tecto de transferibilidade — o limite que diz até onde é que endurecer o desafio ainda muda alguma coisa, e a partir de onde deixa de mudar. Os números vêm com a etiqueta do que são: medido, assumido ou teórico. Nenhum vem sem ela.
Não recebe uma ferramenta de ataque, um serviço que resolva desafios, nem uma lista de fornecedores a quem comprar resoluções. O motor do Intruso não toca na rede, e isso é verificado por um teste que lê o código de todos os módulos e falha se algum deles importar um cliente HTTP. Um instrumento de medida que também soubesse atacar não seria um instrumento — seria a outra coisa, com um relatório em cima.
O preço depende do que escreveu acima, e digo-lho na resposta, antes de começar seja o que for. Se a leitura provisória lhe disser que não vale a pena, acredite nela: foi escrita para isso.
E para conferir que esta página faz o que diz — que não
fala com a rede, que nenhuma das perguntas acima é enfeite, e que o texto
que abre no seu correio é exactamente o que está aqui à vista: junte
teste_pedir.mjs,
dom_faz_de_conta.mjs e
pedir/pagina.js com este próprio HTML guardado como
pedir/index.html, e corra
node teste_pedir.mjs. Ele mexe em cada campo e falha se o
resumo ficar igual, arma todos os caminhos de saída para a rede e falha se
algum for tocado, e compara o corpo do email letra a letra com o resumo
que leu no ecrã.
Ver primeiro como a medição funciona Ou experimentar o passaporte de agente